O mercado de trabalho brasileiro registrou um importante avanço nos meses de julho, agosto e setembro, período em que a taxa de desocupação recuou para 5,2%. O índice divulgado representa o patamar mais baixo para este trimestre específico desde o início da série histórica, em 2012.
Os números foram revelados pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, a Pnad Contínua, divulgada por meio do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE. Na comparação com o trimestre imediatamente anterior, quando o índice marcou 5,4%, houve retração, assim como frente aos 5,6% registrados no mesmo período do ano passado.
Com essa variação positiva, o total de pessoas sem trabalho no país caiu para 5,6 milhões. Esse montante representa uma retração de 4% em relação ao trimestre encerrado em junho, o que significa 234 mil pessoas a menos na situação de desocupação. Na comparação anual, a queda foi ainda mais expressiva, alcançando 6,9%, com 417 mil indivíduos a menos sem ocupação.
Em contrapartida, a parcela da população com trabalho atingiu o maior patamar já documentado pelo órgão estatístico, somando 103,6 milhões de cidadãos. Esse contingente registrou um acréscimo trimestral de 0,6%, equivalente a 581 mil novos postos, e um crescimento anual de 1,2%, somando 1,2 milhão de trabalhadores inseridos no mercado.
O índice de emprego, que mede a proporção de pessoas aptas a trabalhar que estão efetivamente exercendo alguma atividade, também estabeleceu um recorde ao atingir 59%. O levantamento apontou ainda que a taxa de trabalhadores informais ficou em 37,5%, totalizando 38,8 milhões de pessoas nessa condição, enquanto o rendimento médio habitual da população ocupada se manteve estável em R$ 3.790, impulsionando a massa salarial para o maior nível da série histórica.
Fale com os jornalistas da Rádio Nova Fm 96.1 de Nova Andradina(MS)
Tem alguma denúncia, flagrante, reclamação ou sugestão de pauta para o portal Plantão da Nova? Envie direto para nossos jornalistas pelo WhatsApp (67) 98111-7869. O sigilo da informação está protegido e garantido nos termos da lei.
Fonte: Agência Brasil


