O Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) aprovou nesta quinta-feira o orçamento de R$ 144,5 bilhões para investimentos em habitação em 2027.
O montante aprovado repete a mesma previsão estipulada para o ano de 2026, englobando tanto os subsídios habitacionais quanto o programa Minha Casa, Minha Vida e as linhas de financiamento com taxas diferenciadas.
Desse total voltado ao setor imobiliário, a maior parte — equivalente a R$ 125,5 bilhões — será direcionada ao atendimento de famílias de baixa renda, enquanto R$ 15 bilhões atenderão a classe média dentro das diretrizes do Minha Casa, Minha Vida. Além disso, outros R$ 4 bilhões vão para a linha pró-cotista, voltada a oferecer juros reduzidos para quem possui conta vinculada.
No panorama geral das políticas públicas, o conselho estabeleceu um orçamento global de R$ 169 bilhões para 2027. Conforme dados divulgados pelo Ministério do Trabalho, essa cifra será dividida entre habitação (R$ 144,5 bilhões), saneamento básico (R$ 8 bilhões), infraestrutura urbana (R$ 8 bilhões) e saúde (R$ 8,5 bilhões).
Durante a mesma sessão, o colegiado optou por estender até o dia 31 de março a regra de transição que autoriza trabalhadores a utilizarem até cinco parcelas futuras do saque-aniversário como garantia em linhas de crédito bancário. A medida antecede a restrição prevista para novembro de 2026, quando o limite máximo cairá para três saques futuros vinculados a empréstimos.
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Fonte: Agência Brasil


